quinta-feira, 21 de julho de 2011

Como eu queria dividir com o mundo
a felicidade que sinto ao estar perto de você.
Gostaria que os corações solitários,
abrissem o meu coração e 
percebesse como coração bate ao seu lado.
Que quando choro de tristeza, 
é por te amar demais e 
acreditar que tudo é possível.
Lamento, 
por ter tanta sorte enquanto outros tem tão pouco.
Me entristeço por você não estar aqui agora, 
para me fazer mais feliz ainda.
Pois quando estou com você tudo é muito mais bonito...
Meu sorriso fica mais alegre, 
minha alma transparece, 
meu semblante brilha.
Você, e só você, sabe o quanto me faz tão bem!

sábado, 16 de julho de 2011

Quase nos perdemos...
Encontramos o medo,
ali a beira da espreita,
esperando nos para nós
fazer desistir...

Encontramos a paz...
no Jardim do Éden,
fazendo nos encontrarmos
onde não mais sabíamos
que existimos.

Encontramos o conforto...
Nas lágrimas de nos mesmos,
na exatidão dos fatos,
nas palavras nossas,
que nem mesmo havia existido.

Encontramos sentimentos...
Jogados ali, tímidos e sombrios,
prontos para receber luz...

Nos encontramos...
Onde nunca mais se acharia alguém...
Onde a escuridão, penetrou em nossas mentes,
e desafiou nossos corações...
Encontramos...O que nada lá haveria!
Encontramos uma única faísca... de amor!

terça-feira, 12 de julho de 2011

Tô cansada de tudo...
Mas, tudo mesmo!!!
Pintei retratos nas paredes...
Figuras que eu teci minunciosamente.
Cada capitulo de um livro meu...
Que agora, tudo que eu queria 
era rasga-lo à todos os cantos do mundo...
Para que assim eu sumisse 
desta face da terra.
Queria que a pinturas penduradas 
na parede a minha frente, sumissem...
Evaporassem como água!!!
E que eu não mais existisse!

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Há um vacuo, onde não deveria estar...
Um silêncio onde não consigo escutar...
Pedaços de mim, ao longo do caminho.
Tenho sofrido e mantido minha promessa...
Tenho amado e me dado a tudo que pedia.
Calejei minhas mãos garipando minhas atitudes...
Olhei a estrada atrás de mim,
e tudo que tinha eram pesadelos e medos...
Promessas, duvídas e divídas mal resolvidas,
comigo mesmo.
Me deixei de lado...
Aliás,deixei eu no caminho bem lá trás.
Meus sapatos,ficaram ali na beira da estrada, quebrados...
As lágrimas que já tive, secaram nesta caminhada sombria.
O vazio, me segue como a morte, que procura sua próxima vítima.
Tenho sede e fome, de amor e carinho...
Perdoei muitas injustiças...
Perdi partes de mim...
E agora não mais me reconheço...
Caminho, porquê?
Em busca do que?
Ando atrás do passado... Que não mais volta...
Ando a caminho de um futuro, sem futuro...
E agora, sem nenhuma fenda tapando minha visão...
Consigo ver...Muito além...
Claramente, o que virei ...
Simplesmente um pó, á beira do caminho...
Sem nome, sobrenome e identidade...
Pois tudo que esta estrada criou, foi isso ...
Ossos empilhados sob um coração petrificado,
que o vento está a levar, para longe...
Fazendo de mim, assim, o completo nada que sempre fui!

A lua esta toda amarelada no céu,
nesta noite sombria e fria...
As estrelas sumiram do céu
com medo do gelido anoitecer.
Por aí, alguma mulher triste ,
chora por um amor perdido...
As lágrimas percorrem pelo seu rosto,
pela tristeza de um coração ferido e repartido
rapidamente, como se uma adaga entrasse
rasgando-lhe o peito.
Mutuamente seu corpo congela, assim como o dele
em algum lugar neste frio inverno...
Amanhã vai acordar triste e melancolica,
assim, como o dia, que haverá pastos congelados
e neve.
Agora olhando a lua, a vejo bem a minha frente,
e penso como é sofrido estar no céu, sozinha.
Então percebo, que ela esta lá, neste duro inverno
para alegrar os corações,
assim, esta a encher o coração petrificado
desta jovem de esperança...
Ajudando-lhe a entender que és triste ser apenas uma...
E não mais dois!